Rust, com Go ao lado.
Minha língua principal é Go. Rust entra quando o projeto já vive nela: integro, meço e, quando a conta fecha, levo o caminho crítico para Go.
Se o seu time procura alguém para trabalhar só em Rust, eu digo isso na primeira conversa — e indico o que faria sentido.
Remoto, no fuso de Porto Alegre: conversa por vídeo, código no repositório de vocês, entregas pequenas e medidas.
O que eu já entreguei.
Quatro hábitos, em qualquer cidade.
Medir antes de prometer
Todo número que eu mostro vem com a fonte, a data e o jeito de refazer a conta. Estimativa aparece como estimativa.
Publicar a correção
Quando uma conta minha estava errada, a página diz qual era, qual é e por quê.
Menos peças
Go, banco embutido ou relacional, páginas que chegam prontas do servidor. Cada dependência é uma porta a mais para vigiar.
Deixar o cliente conferir
O verificador vai junto com o sistema. Quem recebe o dado confere sem precisar confiar em mim.
Quatro tipos de trabalho.
Sistemas que aguentam o pico
Motores próprios no lugar de SaaS caros: frete, integrações, filas. Medidos no dia de maior tráfego, não na demo.
Migração e menos peças
Tirar dependências e código de terceiros sem perder o que funciona. No Baguete, de 3.064.825 para 25.422 linhas.
IA com conferência
Busca, RAG e agentes com o verificador junto: o que a IA afirma vem com a fonte e com a taxa de erro medida.
Dados e telemetria
Comprimir, guardar e consultar medições com uma tolerância combinada e uma prova que o cliente confere.
Em Porto Alegre, também.
Desenvolvedor Rust, remoto para o Brasil.
Conte o problema. Por e-mail, sem cerimônia.
Primeiro entendo o que você precisa provar, e para quem. Se não for um trabalho para mim, digo isso na primeira resposta.